sábado, 11 de fevereiro de 2012

Carta enviada dia 11 de fevereiro de 2012

É claro que dirigi esse poema para ti minha pobre filha. Esse seu filho não é mais aquele médico renomado de boa aparência em seu jaleco brando, de poucas lembranças. Hoje ele é uma criança saudável, cabeça erguida, olhos vivos, de uma sensatez que não podes imaginar.

Um belo moreno, alto, cabelos lisos que corre no vento, criança bonita, alegre, mais não estar mais aí, hoje vive em família pobre, ajudando uns e outros com sua sabedoria de outra vida, de outras encarnações.

Alegra-te por ele, por esse pequenino rapaz que hoje sofre, não por expiação, mas pelas vicissitudes da matéria que faz a todos sofrer. alegra-te pela nova oportunidade que ele recebeu de ser feliz. Ele hoje é um bom moço.

Antonio Mascarenhas e João Bosco

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